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São Paulo Fashion Week determina cota racial em seus desfiles

  • Foto do escritor: Karine Leal
    Karine Leal
  • 19 de nov. de 2020
  • 2 min de leitura

Sendo a primeira semana de moda de o mundo exigir diversidade racial nas passarelas.


Um dos eventos mais consagrado do País, São Paulo Fashion Week que reúne os principais estilista, design e marca da moda brasileira que nesta edição completa 25 anos, é a maior semana de moda da América Latina. Devido à pandemia do novo coronavírus, os desfiles não acontecerá presencialmente do que o habitual , mas sim de forma digital, foi transmitido virtualmente pelas principais plataformas como live no Instagram, Facebook, e no Youtube, e projeções espalhada pela capital paulistana.


A indústria da moda brasileira que vem se renovando, não só pelas tendências que passa para passarela, mas sim pela diversidade. Os organizadores do evento passou exigir das marcas que desfilaram a contratar pelo menos 50% do seu Casting formadas por negros , afros descendentes e indígenas que leva identidade, e representatividade nas passarelas. Diferente dos anos anteriores era recomendado uma porcentagem de 20% dos modelos fosse negros, afro descendente, indígena e asiático nos desfiles. Agora as grife contará com cota racial, à marca que não cumprir esta nova regras que foram impostas, não participará da programação de outubro/inverno, abril de 2021.


De acordo com o jornal Folha de São Paulo, onde os dados foram divulgados que pontua a marca que devem sim, fazer esta seleção desse modelos. O regulamento afirma que “caso a grife não atenda essa determinação, a mesma não fará mais parte do line-up”. “Semana antes do eventos serem realizado foram feita um comunicado, esclarecendo um tratado moral em parceria com SPFW, e os profissionais da área, com o intuito de apresentar o objetivo de viabilizar a inclusão de profissionais racializados na indústria da moda brasileira’’. Diz o texto.


A documentação toda especificada, sanciona um valor estimulado nos cachês com prazo de pagamento, renovação de contrato e direitos igualitários, e respeito ao trabalho. Umas das criadoras da página do pretos na moda do Instagram a modelo Lidyane Carvalho, de 29 anos, fez este movimento dando oportunidade para modelos afrodescendentes falar um pouco do seus trabalhos, posicionamento, e questionar o direito igualitária para este profissional que atua na área da moda de forma mais democrática.


Sendo assim SPFW é a primeira Semana de moda do mundo a cumprir cotas racial próprio, a tornado está decisão mais eficaz. Apesar do Brasil ser miscigenado e rico em diversidade, ainda sim existe racismo na moda.






Referências de pesquisas de matéria

Folia de São Paulo, @pretosnamoda, Jornal Brasilia Conexão Planeta, Revista Marie Clarie e Todos Negros no Mundo.



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